Partido Novo aciona PGR contra Flávio Dino e Carolina Yumi após envio de informações erradas sobre acordo Brasil-Suíça


Após a confirmação pelo Ministério da Justiça, liderado por Flávio Dino, de que enviaram informações incorretas ao Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de um acordo de cooperação entre Brasil e Suíça ligado à Odebrecht, o partido Novo tomou medidas contra o ministro, acionando a Procuradoria Geral da República (PGR).

A ação do Novo não se limita a Dino. Carolina Yumi, à frente do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) – subordinado ao ministério de Dino –, também é alvo do pedido de responsabilização por suposta falsidade ideológica.

Segundo o partido, essas informações afetaram a decisão do ministro Dias Toffoli, tomada em 6 de setembro, de invalidar provas do acordo de leniência da Odebrecht no contexto da Operação Lava Jato. Como resultado, essa ação pode resultar no arquivamento de múltiplos processos relacionados a políticos, lobistas e intermediários financeiros ligados à construtora.

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Antes de sua resolução, Toffoli solicitou esclarecimentos ao Ministério da Justiça acerca da cooperação Brasil-Suíça. A resposta inicial do ministério alegou inexistência de registros do acordo. Contudo, em um ofício enviado ao STF na terça-feira (12), o ministério retificou, indicando que o documento sobre a cooperação jurídica foi de fato localizado.

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