Nikolas afirmou que o ministro Dino deve explicar as razões que levaram à troca do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, e do superintendente da PF no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi. Segundo o deputado, essas mudanças teriam sido motivadas por interesses pessoais do presidente, que estaria preocupado com as investigações que envolvem seus filhos e aliados. O deputado disse que é preciso garantir a independência da PF e evitar qualquer tipo de ingerência política na corporação.
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"O ministro da Justiça tem que vir ao Senado e dizer se ele está cumprindo o seu papel de defender a Constituição e as leis ou se ele está sendo um instrumento do presidente para interferir na Polícia Federal. Nós não podemos aceitar que a PF seja usada como um órgão de perseguição ou de proteção de quem quer que seja. A PF tem que agir com isenção, imparcialidade e respeito ao Estado Democrático de Direito", declarou Nikolas.


