O Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) informou que a inflação na Argentina subiu quase 7% em março. Em 12 meses, a inflação no país acelerou para pouco mais de 55%. A taxa mensal em março é a mais alta registrada na Argentina desde abril de 2002, quando a inflação registrou 10,4%.
O Indec salientou que março foi o primeiro mês a contemplar o impacto da invasão russa à Ucrânia sobre os preços dos alimentos e da energia. Entre janeiro e março, a inflação na Argentina acumula alta de pouco mais de 16%, o nível mais alto para o primeiro trimestre desde 1991, conforme o Indec.
Ainda segundo o instituto de estatísticas, os preços dos alimentos e das bebidas não alcoólicas avançaram pouco mais de 7% na comparação com fevereiro. Portanto, os programas do governo de Alberto Fernández para controlar os preços de vários itens básicos nos supermercados não funcionaram.
Já o segmento de habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis ficaram quase 8% mais caros no mês, atrás apenas de roupas e calçados (11%) e educação (24%). Os dados foram divulgados na quarta-feira 13, em meio ao racha entre os peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner.
A divisão na esquerda levanta dúvidas sobre a capacidade do Executivo de restabelecer a economia.
- Damares diz que 'capeta careca' tenta atrapalhar o governo Bolsonaro
- Equipe de Anitta se pronuncia sobre acusação de TRAPAÇA no recorde de ‘Envolver’
- DEU RUIM PARA O STF !!! Silveira quer levar julgamento do STF para a Justiça Militar
- Bolsonaro nomeia ex-capitão do Exército para chefia da Abin
- Mourão acredita que Bolsonaro ultrapassará Lula nas pesquisas antes de julho
- Base aliada a Bolsonaro no senado obtém assinaturas para CPI sobre obras do PT
- Conselho de Ética da Alesp aprova por unanimidade cassação do mandato de Arthur do Val. VÍDEO


